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IMAGE Casos de um divã transpessoal
Terça, 19 Novembro 2013
Este livro fala de saúde e doença, fala das experiências clínicas do Dr. João Carvalho Neto, no desenvolvimento de sua teoria de Psicanálise... Read More...
IMAGE Psicanálise da alma
Terça, 19 Novembro 2013
João Carvalho Neto, desde sua juventude, tem buscado entender o homem e o sentido da vida. Neste percurso, estudou diversas correntes filosóficas e... Read More...

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Pode-se dizer que a Psicanálise é uma metodologia de busca do auto-conhecimento que possui efeitos terapêuticos. Isso se dá pelo fato de a maioria dos transtornos de comportamento não estruturais, ou seja, aqueles que não têm causa genética mas foram desenvolvidos na construção da personalidade, ser fruto de conflitos que se tornaram inconscientes. Esses conflitos, apesar de ignorados pela mente consciente, mantêm uma dinâmica própria de emoções que impedem o funcionamento saudável do psiquismo. Quase sempre, pessoas portadoras desses transtornos, classificadas em grande parte como neuróticos, são infelizes e fazem os outros infelizes também, culpando-os pela sua inabilidade emocional como uma alternativa de defesa do seu psiquismo. A principal técnica utilizada em Psicanálise é a associação livre, que consiste em o paciente falar espontaneamente tudo o que vem à sua mente, sem restrições ou censura, cabendo ao terapeuta, em conjunto com o paciente, a incumbência de pontuar e interpretar os conteúdos que, pouco a pouco, vão formando o quadro do funcionamento do psiquismo observado.

Atuação no Psiquismo

O processo de tratamento em Psicanálise acontece pela clarificação do conflito neurótico e pelo fortalecimento do Ego. Os dois objetivos imediatos do Psicanalista em seu trabalho clínico são: ajudar o paciente a compreender os afetos passados que se repetem, influenciando novas situações, e dar força e elasticidade ao Ego para que possa administrá-los. Na verdade, é na clarificação que se opera a dissolução do trauma construído por força da repressão dos conflitos. O inconsciente articula-se com base em representações simbólicas, enquanto que no consciente essas manifestações se operam na verbalização. Trazer um afeto recalcado do inconsciente para o consciente, possibilitando a sua identificação, é torná-lo passível de ser verbalizado. Dar nome a uma coisa supõe que a distingamos como não sendo nós e que, por conseguinte, dispomos de uma subjetividade e de um significante dela. Nestas condições opera-se uma redistribuição das energias psíquicas anteriormente bloqueadas, que não somente liberam os conflitos reprimidos, como também passam a fortalecer o Ego enfraquecido pela situação patológica.

Palestras e Cursos

LOCAL: SE Irmã Sheila – Saquarema

DATA: 11/05 – 20 h

TEMA: “A luz do mundo”

 

LOCAL: GE Fraternidade – São Pedro da Aldeia

DATA: 18/05 – 20 h

TEMA: “A luz do mundo”

 

LOCAL: CE Allan Kardec - Araruama

DATA: 09/06 – 20h

TEMA: “Insegurança pessoal”

 

LOCAL: CE Joanna de Ângelis - Araruama

DATA: 11/07 – 20 h

TEMA: “A luz do mundo”

 

LOCAL: CE Euripedes Barsanulfo - Saquarema

DATA: 27/07 – 20 h

TEMA: “A luz do mundo”